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sexta-feira, 21 de maio de 2010

New York Times diz que o Irã engabelou o Lula. Ele não conhece o Lula

Esse pessoal não conhece o Lula.
Esse pessoal não conhece o Brasil.
Esse pessoal pensa que o Brasil ainda é “pequenininho”, como diz a Dilma: o Brasil do Governo FHC/Serra.
Essa história de que o mundo gira em torno do umbigo dos Estados Unidos e do New York Times acabou.
O Brasil não precisa mais do FMI.
O FMI precisa do Brasil.
Essa história de ser “pequenininho” também acabou.
O Brasil está no jogo para ficar.
Ainda mais esse jogo, o jogo nuclear.

Só três países do mundo tem urânio e beneficiam o urânio: os Estados Unidos, a Rússia e o Brasil.
E o Irã engabelou o Lula.
Tá legal.
Paulo Henrique Amorim

OBS: Concordo plenamente com PHA

Os desejos virulentos da antiga imprensa brasileira

Editorial - Carta Maior

Esta semana reforçou a percepção de que a chamada grande imprensa brasileira – ou antiga imprensa, como afirma, entre outros, o cineasta Jorge Furtado – está não apenas desempenhando o papel de uma “oposição fragilizada”, mas também defendendo, sem mediações ou sutilezas, os interesses da política externa dos Estados Unidos. Estariam fragilizados também estes interesses? Em um certo sentido, sim. A iniciativa do governo brasileiro, em conjunto com o governo da Turquia, de buscar uma solução negociada para a crise nuclear envolvendo o Irã mostrou que é possível outro caminho do que aquele das “guerras preventivas”, dos “bombardeios cirúrgicos”, do “choque e do pavor”. O presidente Lula, representando o Estado brasileiro, fez um movimento ousado e corajoso. E acertou em cheio.

Nas horas seguintes aos primeiros anúncios do acordo, começaram a surgir vozes e textos tentando diminuir ou simplesmente desqualificar o feito alcançado. A pressa é compreensível. Dias antes, o pré-candidato do PSDB à presidência da República, José Serra, havia dito durante uma entrevista em Porto Alegre, que jamais receberia ou se reuniria, caso fosse eleito, com o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. Além da postura submissa às ordens que o Departamento de Estado norte-americano ainda insiste em querer ditar ao mundo, a declaração de Serra mostrou a pequenez do horizonte de visão do postulante ao cargo mais importante da República brasileira e um dos mais importantes hoje para todos os países que apostam na desmilitarização da agenda política das nações.
Ao caminhar na direção oposta daquela defendida por Serra, Lula mostrou coragem pessoal, ousadia estratégica e, acima de tudo, compromisso com a construção de um mundo onde os conflitos e diferenças sejam resolvidos através da conversa e das negociações – que podem, sim, muitas vezes, ser exaustivas e mesmo pouco frutíferas no curto prazo – ao invés da solução eficiente da morte e da destruição. Eficiente para quê? – cabe perguntar. Não certamente para a vida de milhões de pessoas que pode ser salva em função de uma dessas conversas complicadas que algumas pessoas preferem não ter. A omissão e a covardia andam de mãos dadas com a impossibilidade de se dizer abertamente o que se está pensando.

Isso ficou muito claro no discurso de vários articulistas da imprensa nacional, preocupados em desdobrar a fala de Serra. Na verdade, a crítica principal dirigida a Lula era a crítica à iniciativa de ir conversar com Ahmadinejad. Como assim? Quem esse sujeito (o presidente da República, no caso) pensa que é? Quem o Brasil pensa que é? Não foi por acaso que a repercussão do acordo na imprensa internacional foi maior e mais positivo do que no Brasil. A diferença de horizonte só expõe o tamanho, a qualidade da visão e o compromisso de quem fala. Mas, se a visão é curta, por um lado, é crescentemente virulenta, por outro. E o grau dessa virulência parece ser proporcional aos acertos do governo brasileiro. Dois dias após o anúncio do acordo, o jornal Zero Hora comemorava com um destaque de capa: “EUA atropelam acordo de Lula”. O desejo virulento do atropelamento pelo menos foi transparente quanto ao alvo: o Lula. É disso que se trata.
Há outros pressupostos neste discurso de submissão a um passado recente quando o Brasil e a América Latina sabiam qual era o seu lugar. E aí, mais uma vez, a antiga imprensa tenta socorrer as palavras de suas referências políticas. Quando Serra qualificou o Mercosul como uma “farsa” e defendeu a adoção de acordos de livre comércio, retomando a já esquecida agenda da ALCA, estava simplesmente repetindo a agenda de seu partido que integra o campo conservador brasileiro: a prioridade não é a integração regional, é o livre comércio e o salve-se quem puder; a prioridade não é a construção de laços de solidariedade e de complementaridade entre os povos e as nações, mas sim a Lei do Gérson, tentar levar vantagem em tudo; a prioridade não é colocar a economia a serviço da vida, especialmente a vida de milhões de pessoas que vivem em situação de pobreza, mas sim flexibilizar, promover “choques de gestão”, deixar os mercados livres.

Não deixa de ser ilustrativa a associação cínica da palavra liberdade aos mercados, neste momento em que a Grécia e outros países da Europa (sempre apontada como referência de modernidade e civilização) são obrigados a tomar o remédio amargo, ineficaz e criminoso do Fundo Monetário Internacional. Não por acaso, muitos dos defensores dessa receita criticam também a iniciativa diplomática do governo brasileiro. A matriz de pensamento é a mesma, tem nome, sobrenome, endereço e tipificação do ponto de vista penal. O que está acontecendo com a Grécia agora deixa isso claro.

Em 2007, as já tristemente famosas agências classificadoras de risco elevaram às nuvens a cotação de “papéis” que mais tarde se revelaram títulos podres. Os governos foram chamados a socorrer bancos e outras instituições financeiras privadas que trabalhavam com esses papéis tão bem avaliados. Bilhões de dólares que supostamente não existem quando se fala da necessidade de investir em saúde e educação, surgiram do dia para a noite para o socorro bancário. Muitos dos socorridos dizem agora que o Banco Central europeu não pode emprestar aos Estados. Afinal, ele emprestou aos bancos valores colossais a juros baixos durante o auge da crise financeira. E este dinheiro serve agora para que esses bancos emprestem aos Estados, com juros bem maiores...Um negócio simples, lucrativo e criminoso. E, atualizando uma velha máxima, muito menos arriscado do que assaltar um banco.

OBS: E ainda querem o Serra na Presidência a qualquer custo, mesmo se o preço for o brasil.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

O jogo ainda não terminou

O papel do Brasil e de lula nesta batalha global está uma a um, o Brasil conseguiu um acordo, gol, os EUA e não a ONU contra atacou e fechou um acordo de sanções ao Irã, gol dos EUA, o acordo do Brasil e Turquia será analisado pela comissão nuclear da ONU, se realmente quiserem paz, o Brasil e o mundo ganham se não a indústria da guerra ganha esta batalha.

Como disse anteriormente neste jogo de gente grande, a estratégia brasileira no geral vai muito bem e com certeza se perdermos será apenas a primeira derrota que teremos, pois recentemente vencemos na OMC o direito de retaliar os EUA e retaliamos.

Como brasileiro não tenho má vontade com os americanos, pelo contrario acho uma grande nação, mas não quero ser Americano, assim como prefiro morar no interior pela qualidade de vida, adoro a capital para fazer negocios e me divertir.

Assim creio que todo brasileiro gostaria de ter sua brasilidade respeitada e como estamos em caminho de crescimento e liderança da America do sul e caribe, nos tornamos atores de porte no cenário global, somos um dos lideres dos emergentes junto com china e india representamos mais de 65% da população mundial. E de direito reivindicarmos representatividade legal para decidirmos qual caminho tomar, enquanto houver esperança para evitar uma guerra toda ação é bem vinda.

Creio que a grande mensagem que o Brasil leva hoje ao mundo é aplicação da paz sem perder a produtividade, uma visão mais sustentavel do uso do planeta e uma divisão mais igualitária dos direitos de decisões globais (não confundir com rede globo).

E o jogo não acabou ainda esta 1 X 1.

Esta charge representa bem o desejo do PIG em relação ao brasil, seus habitantes e especialmete ao Lula.
mas como a vida imita a arte ou vice e versa podemos e vamos domar este dragão.

Denilson Bramusse.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Um ponto vista diferente a respeito da questão nuclear Brasil - Irã X EUA


Um ponto vista que não vi até agora é o seguinte.


Todo este movimento do Brasil em defender que o Irã possa desenvover suas pesquisas de enriquecimento de uranio, tem como pano de fundo intereses proprios de soberania nacional, com previsão para 2014 o Brasil já estará produzindo o enriquecimento a 20% tendo assim dominado praticamente todo o processo e em 2018 estará lançando seu primeiro submarino nuclear com produção 100% independente e tecnologia nacional.

Se o Brasil permite sanções e demonstra fraquesa neste momento poderemos ser impedidos em futuro próximo de atingir este patamar no cenário mundial, podendo se tornar exportador de uranio enriquecido para varios paises em desenvolvimento quebrando o monopolio do pequeno grupo de fornecedores de material atômico pronto para uso.


O diferencial é que o Brasil realmente está pensando no uso pacifico e comercial da tecnologia e por via das duvidas vai construir sua defesa com tecnologia nacional independente, navios e submarinos nucleares e os aviões que com certeza serão os franceses porque estes dão condições para desenvolvimento de um rafalle nacional que com certeza estrão nas frotas de varios paises começando pela america do sul, tendo de quebra desenvolvido pequenas usinas atômicas (as turbinas dos submarinos) para cidades até 50.000 habitantes e os jatos super sônicos de 90 passageiros que a EMBRAER produzirá quando dominara tecnologia das tubinas supersônicas dos Rafalles.

O Brasil entrou de vez e com cacife na corrida global e este novo ator está deixando o jogo meio desconfortavel para a atual ordem mundial.

Que orgulho do presidente Lula.

Denilson Bramusse
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